My Life = My Freedom

My Life = My Freedom

domingo, 14 de agosto de 2016

Dominada pela incerteza

Mais uma vez dominada pela ansiedade, pelas dúvidas de um coração desencantado feito tantas vezes de brinquedo neste carrossel de emoções que ele se transformou.
Quereria entender o por quê de minhas idéias desapontarem minha razão... Tenho plena certeza que estou ilesa, entretanto, meus pensamentos ainda fazem eu suar frio. "Quando olho, quando vejo, quando enxergo, quando avisto, quando fito, estou eu emocionada".
Pode isto ser amor?
Quando penso que estou livre, analiso que estou presa. Sentimentos aprisionam maravilhosamente... adoro sentir o frio na barriga mais uma vez e notar que estou rindo sem motivos aparentes.
Uma música me lembra, uma sensação se apodera e mais uma vez me encanto.
Sou a eterna poetisa das contradições que acalantam minha alma.
Onde está minha maturidade quando penso em desobedecer meu íntimo? Encontro a natureza a vislumbrar a impaciência de minha euforia ao ir de encontro a ele.
É penoso querer fugir da cumplicidade...
Gosto de jogar meus sentimentos contra minhas próprias vontades. Eu me desafio: "Duvido, Emanuelle, superares tuas incertezas". Infelizmente, vou lá e consigo. Não quero me respaldar da situação para tentar me libertar de algo que me machuca zelando e que me oprime libertando...
Amar é a eterna questão! Até quando?

domingo 08 janeiro 2012 19:50

O que estou a escrever?

Outra vez estou aqui com minhas dúvidas massantes, minha vida sem respostas e para completar, um porre depois de uma tarde/noite a bom sambar.
Queria escrever muitas coisas. Queria desabafar. Mas nem sei como lembrei da senha de meu blog, imagine como lembrar de coisas que me atormentam...
Sambar, minha única permissão. Esqueço da vida, esqueço dos problemas e de umas pessoas que não valem nada que escuto todos os dias gritando. 
Sábado, madrugada de domingo e eu porre escrevendo isto. Com certeza não lembrarei de nada quando entrar de novo aqui.
Qual o valor do pileque perto das anomalias sub humanas pelas quais passo ao presenciar certas situações? Sinto que estou revendo meus conceitos a cada copo de cerveja ingerido (ou é com j?).
Estou cega para minhas vontades, renego meus posicionamentos. Só tenho um desejo... este eu quero que seja único e para sempre.
Não tenho porque fazer reflexões em mesas molhadas, portas de banheiros e lenços de papéis de bares de esquina, mas minha consciência bebe junto comigo. Estou entorpecida.
Não sei, mas tenho plena certeza que não sou normal por agir assim: Enquanto todos dançam com suas idéias vagando no ar, eu guardo minhas idéias ao ritmo da dança. Música é caminho, dança é o refúgio. Solto-me ao sambar, mas, mesmo assim, por que eu chamo atenção? Não sou bonita. Por que me desejam? Não sou atraente. Que me difere e ao mesmo tempo, que me vulgariza ao bailar?
Não sou objeto. Vejo que não quero namorar, não quero beijar e muito menos ser cortejada. Quero viver para minha família e ser diferente no que eu faço (ex.: trabalho). Não pretendo encher, NUNCA MAIS, meu facebook de corações e de declarações de amor, acho, hoje, tão piegas...
Quero mobilizar ações, fora do virtual; quero mostrar que "eu faço" e não que "eu desejo". É tão enfadonho ver um monte de críticas religiosas, políticas, de mídia, de entretenimento e nenhuma ação concreta, ou seja, a pessoa escreve um monte de coisas, compartilha fotos montadas e nem se quer se dá o trabalho de levantar a bunda da cadeira em frente ao computador. Ah vá...
Tão bom lutar. Cansa, mas vale a pena. Claro qeu não almejo reconhecimento, minha visão é maior: Quero justiça!
Bom, nem sei o que vim fazer aqui, hoje. Já tomei bastante cerveja e agora vou dormir para amanhã tomar mais, até porque meu sábado é sempre esse: ENCHER A CARA PARA FUGIR DE UMA SEMANA INTEIRA COM UM BANDO DE COBRAS SAFADAS QUE TRABALHAM COMIGO; DE UMAS DESILUSÕES MAL INSTALADAS, MAS BEM DEFINIDAS; DE UMAS FRUSTRAÇÕES POR ESTUDAR TANTO E VER MEU FUTURO DESCENDO POR RALO A BAIXO E POR GOSTAR MAIS DE "SER" MULHER DO QUE 'APARENTAR" SER MULHER.
Um viva à dislexia alcoolica. 

sábado 28 janeiro 2012 23:53

~De Saco cheio

Spaceblog-> Blog que me cativou e depois me deu um pé na bunda. 
Hora de repassar tudo para cá. SIMBORA!!!

quarta-feira, 18 de junho de 2014

 

Nada melhor do que voltar aos trabalhos em minha página, com proteção superior.


Fonte da imagem: http://on.fb.me/1r79LZp



Estou de volta pro meu aconchego...


Depois de anos volto aqui... Hahahahhaa

Que bom relembrar os tempos em que eu pensava de outra forma, em que eu era uma pessoa menos atribulada, mas com mais vontade de ir à frente.

Dias passaram, meses, até anos e muita coisa também mudou. Nossa... Eu vivi!

Amores, dissabores, tanto pessoal como profissional. Ain!!!

sábado, 18 de agosto de 2012

Dias em que esperei ansiosamente pela minha libertação, nos quais estudei, estudo e estudarei para ter meu trabalho realmente reconhecido, chegaram ao fim. Fui chamada no concurso que passei.
Concurso: A casa que todos almejam estabilidade, esperei pelo único motivo de mostrar um serviço digno, que possa levar a muitos o pouco que sei e com isso aprender ainda mais.
Mas como toda situação, as respostas nem sempre são como desejamos...
Sai da academia em que trabalhava e o rosto de cada aluna minha veio no meu coração, foram mais de 4 anos trabalhando com pessoas maravilhosas, não tem uma aluna se quer que eu possa dizer: Esta daí eu não gosto, nenhuma! Tô sofrendo tanto... 
Sei que há males que vem para o bem (elas mesmas me falam isso) mas não é tão fácil assim nos separar de quem amamos. Não tive coragem de me despedir e sei que fui covarde, pela primeira vez senti medo de olhar nos olhos de alguém, de falar: Não voltarei mais! É uma família, sempre será, mas fazer o quê?
O ambiente estava quase que insuportável: Pessoas falsas, mulheres recalcadas que falam mal de todo mundo incluindo elas mesmas da panelinha. Como pode um ambiente de trabalho ser repleto de funcionárias deste tipo? Ou pior... que se presta a isso, inacreditável!
Estou feliz/ triste. Feliz pelo que aconteceu, agora sim vou empregar minha profissão em prol de quem realmente precisa, sem precisar colocar a estética no meio disso. E claro, triste pelo fato de me separar daquelas que sempre estiveram ao meu lado, rindo, brincando, seguindo meus treinos o qual virava as noites para cuidar de seus interesses, que no fundo, eram meus também.
E agora coração, por que esta saudade não me desangustia? Por que essa saudade me impede de ficar um pouco mais feliz? Como pude me apegar tanto assim? Que saudade de minhas molecas e madames!!!! =/